História

Início de tudo

1979

Estudantes universitários cristãos da Aliança Bíblica Universitária do Brasil (ABUB), em parceria com a II Igreja Presbiteriana de Carapicuíba, iniciaram várias ações de serviço missionário e profissional na comunidade de Vila Capriotti em Carapicuíba/SP. Baseados na ética e no amor cristão, o caráter do trabalho era apenas assistencial devido às limitações encontradas para desenvolver programas com a participação da comunidade.

Legitimação da Organização Social

1982

Recebe o nome de Projeto Missionário Vila Capriotti-PMVC e no momento priorizou o atendimento na área de Educação Infantil, considerando a insuficiência de recursos voltados para a criança na faixa etária de 3 a 6 anos no município.

Consolidação do projeto educacional

década de 80 e 90

O projeto educacional se consolida com o atendimento de pré-escola para crianças de 3 a 6 anos. Durante esse período também foram desenvolvidas as seguintes atividades: palestras sobre temas diversos; bazares da pechincha; orientação social e visitação domiciliar; grupo de mães, croché, tricô, organização de bazares.

Cuca Legal e o convênio com a Prefeitura

1991-2000

O PMVC firma convênio com a prefeitura do município para fortalecimento do programa educativo pré-escola.
Decide-se adotar o nome fantasia “Cuca Legal” e suas funções são expandidas para além de creche e pré-escola, tendo novas ações como ações socioeducativas para crianças de 7 a 10 anos.

PROXIMIDADE COM A COMUNIDADE DO MURÃO/BORACÉIA

2006

Nesse ano os recebemos a informação de que havia 5 crianças brincando dentro de um córrego, nas proximidades do aglomerado Boracéia. O Conselho
Tutelar tinha sido acionado, porém sem nenhuma intervenção. Decidimos procurar as crianças, considerando a situação de risco. Perguntamos onde moravam e fomos até à casa da avó, Romilda, que nos recebeu com muito carinho. Assim, começamos o relacionamento com algumas famílias do aglomerado e apresentamos o Projeto Missionário e sua proposta de educação. No 2º semestre de 2006, conseguimos matricular 4 crianças dessa comunidade na creche do Projeto.

ESPAÇO NA COMUNIDADE

2009

Depois de se reunir durante alguns anos na casa da Dona Romilda e outros moradores, o Projeto finalmente consegue alugar um espaço na comunidade, inicialmente para contação de história bíblica e oficinas de música.

Mudança de rumos

2009

Após diversas reuniões entre a diretoria e equipe do Projeto, decide-se que este seria o último ano da creche/pré-escola, a partir dessa data todas as ações seriam destinadas a Comunidade do Murão.
No mesmo momento houve o início das Oficinas Culturais na sede, com o atendimento no contraturno escolar de 64 crianças de 6 a 12 anos, moradoras da Comunidade do Murão/Boracéia. Além disso, outras atividades continuaram como: Oficina de música na Comunidade, cursos de crochê e corte e costura, grupo de mulheres/palestras, bazares e contação de história com as crianças aos sábados.

NOVO ESPAÇO, NOVAS ATIVIDADES

2010 - 2012

Com o apoio de alguns parceiros o Projeto consegue comprar um terreno na Comunidade. A partir daí inicia a construção do Espaço Comunitário.
Inicio dos cursos em parceria com o Fundo Social de Solidariedade: cestaria e manicure.
Reuniões quinzenais com grupo comunitário – 10 famílias representativas.

Remoção das Família

2013 - 2015

Após alguns anos de atuação, o PAC - Plano de Aceleração do Crescimento, do governo federal em parceria com o município de Carapicuíba, através do Projeto de Canalização do Córrego Cadaval, inicia a remoção de 532 famílias, para os prédios do CDHU, situado a aproximadamente 3 km da Comunidade do Murão.

Novas Atividades, nova marca

2016 - 2019

Durante esse período houve a legitimação da comunidade pelo trabalho desenvolvido, o fortalecimento das atividades socioeducativas junto às crianças e adolescentes, uma maior participação das famílias dos matriculados; a ampliação do trabalho voluntário; o envolvimento e colaboração de novas igrejas e com todas essas transformações houve uma estruturação da comunicação do projeto (PMVC) passando a se chamar RUAMA.